Pequenos machucados, coceira e vermelhidão em regiões de crescimento de pelos. Todos esses sintomas podem ser manifestações da chamada foliculite crônica, uma doença que atinge um número elevado de pessoas todos os anos.

A foliculite crônica, também conhecida como foliculite cicatricial ou decalvante, é uma forma rara de alopécia cicatricial, que determina áreas múltiplas de perda de cabelo, em feridas purulentas, que destroem a estrutura folicular. Essas lesões são normalmente contaminadas por germes comuns de pele (Staphyilococcus aureus). A destruição crônica dos folículos produz áreas de cicatriz e atrofia tecidual progressivas. A etiologia pode estar relacionada a alterações no sistema imunológico.

Por ser uma doença que afeta bastante a parte estética das pessoas que a possuem, a foliculite crônica é muitas vezes diagnosticada visualmente ou com algum exame laboratorial simples a partir de possíveis secreções.

A doença pode ser tratada de vários modos, já que tem diversas variações: desde antibióticos básicos até transplante capilar. Tudo vai depender do diagnóstico dado pelo médico especialista.

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Prevenir a foliculite crônica é muito mais simples do que parece:

  • Higiene básica não só do couro cabeludo, mas também de toda a pele. Se for diabético ou tiver qualquer outra doença que facilite infecções, ter cuidado redobrado;
  • Evitar cortes na pele, pois estes facilitam a ação das bactérias que causam a doença;
  • Manter a pele hidratada;
  • Evitar lavagens antissépticas frequentes na pele já que estes produtos também matam bactérias boas que protegem o organismo.

Em geral, os casos de foliculite crônica são facilmente combatidos com medidas básicas de higiene nas regiões afetadas, ou seja, cuidados com nossa pele e nosso couro cabeludo nunca são demais.

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